Tudo que você deveria saber sobre apps de relacionamento

PorPedro Katchborian 20 de setembro de 2017

Aplicativos de relacionamento como o Tinder se mostraram os melhores amigos dos solteiros — seja lá qual for a intenção de quem usa.

Com milhões de usuários e matchs, o Tinder é o mais popular deles, mas há vários apps que ajudam a conhecer pessoas.  Veja um guia sobre os melhores aplicativos de relacionamento:

 

Tinder


Comecemos pelo mais popular: com mais de 50 milhões de usuários ativos, o Tinder já foi o responsável por milhões de matchs e um tanto de encontros por aí. É fácil de entender como funciona: você vê o perfil de uma pessoa e decide se gostou (“like”) ou não (“nope”) da pessoa. Se rolar aquele interesse mútuo – bingo! -, vocês têm um match e poderão conversar.  Também existe a função Super Like, em que a pessoa é notificada quando você gostou dela — a versão gratuita conta com 1 Super Like por dia.

É possível colocar filtros por distância, já que o app usa a geolocalização — ou seja, você escolhe se quer ver pessoas em um raio de 1 km ou 200 km.  A versão paga traz algumas vantagens: custando R$ 25 por mês, o Tinder Plus permite um número ilimitado de likes, além de funções como o “boost”, em que as pessoas vêem mais o seu perfil por 30 minutos.

Outro recurso interessante é o Passaporte, em que você pode usar o app como se estivesse em qualquer lugar do mundo. Ou seja: vai pra Nova York e já quer ir com um encontro arranjado? Ligue o app uma semaninha antes e veja o que rola.

 

Happn

Lembra daquela paixão do ônibus? Ou quando você cruza na fila da padaria com aquela pessoa que parece ter saído dos seus sonhos? A ideia do Happn é fazer da geolocalização uma ferramenta para esses encontros passarem de apenas olhares. Caso a pessoa esteja no Happn e os dois se gostarem no aplicativo, é possível conversar de maneira privada. Diferente de “match”, quando acontece esse interesse mútuo é chamado de “crush”.

Não há um modelo premium ou de assinatura, mas você pode comprar créditos e enviar um “charme”, que funciona como um Super Like do Tinder — a pessoa é notificada que você gostou dela.

 

Kickoff

Sabe a ideia do “me apresenta um amigo?” O Kickoff tem essa intenção, já que só é possível ver 20 pessoas por dia e todas elas precisam ter pelo menos um amigo em comum com você.

A versão premium é mais salgada (R$ 48) e permite ver 50 pessoas por dia, com um pacote de 50 “Wows” — que tem o mesmo objetivo do Super Like ou do Charme.

 

OkCupid

É o mais antigo da lista — começou como um site de relacionamentos quando foi lançado em 2004 — e se adaptou aos novos tempos. O grande diferencial em relação aos outros é a complexidade de cada perfil: você responde perguntas relacionadas a relacionamentos, drogas, religião, política e outros temas. A ideia é que você saiba o quão parecida é a sua opinião com outras pessoas.

Também existe uma versão paga: sai por US$ 10 por mês, mas você pode pagar US$ 5 se fechar o pacote semestral. Caso faça o upgrade, você fica livre de propaganda e pode até “stalkear” pessoas sem ser percebido.

 

Her

her app

Foto: Divulgação

Para lésbicas e bissexuais, o Her quer ser mais social e menos casual do que outros aplicativos de relacionamentos. A pessoa pode, por exemplo, compartilhar gostos sobre filmes, viagens, séries, animais de estimação e etc.

A versão paga possibilita ver quem está online no momento, ver quem curtiu o perfil, mudar a localização e até fingir que está em outro lugar.

 

Grindr

O Grindr é pensado exclusivamente para o público LGBTQ, mais especificamente para homens gays ou bisexuais. É possível ver as pessoas que estiveram por perto, com base na geolocalização.

O Grindr Xtra é a versão paga, que permite que a pessoa bloqueie quantos indivíduos quiser e veja apenas quem estiver online. Na versão gratuita é possível ver 100 pessoas por dia, enquanto na paga são 300.

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